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26/09/2016 11h18 - Atualizado em 26/09/2016 11h18
Projeto de melhoria do transporte de cargas na Amazônia, apoiado pela Fadesp, entra na última etapa
Da Redação
Portal FADESP
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Sócio diretor da Macrologística Olivier Girard
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Gerente de Negócios da Fadesp Socorro Souza
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Projeto para melhorar o transporte de cargas na Amazônia, gerenciado pela Fadesp, entra na última etapa.

O estudo sobre a infraestrutura no transporte de cargas em rodovias estaduais e de integração nos estados que compõem a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Tocantins e Pará) e no Mato Grosso, entra na sua terceira e última fase já em outubro.

Com as duas primeiras fases do projeto concluídas, a primeira entregue em 2011 e a segunda em 2014, o estudo segue no próximo mês para os estados do Acre, Rondônia e Mato Grosso.

O andamento do projeto executado pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), tendo como órgão executor a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) e gerenciado pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FADESP), foi discutido na última sexta-feira (23), em uma reunião realizada na sede da fundação, em Belém, entre representantes da gerenciadora do recurso e a empresa Macrologística, contratada para executar as duas primeiras fases dos estudos.

Na ocasião, também foi feita ainda uma avaliação das pesquisas já realizadas. Outro assunto tratado, entre a gerente de Negócios da Fadesp Socorro Souza, as analistas de projetos da fundação Vanessa Cardoso e Rose Paracampo, e o diretor técnico do projetos e sócio diretor da Macrologística Olivier Girard, foi a possibilidade de firmar novas parcerias.

Entre as áreas consideradas prioritárias no Pará e até já executada, está o trecho que liga Miritituba a Vila do Conde, com o objetivo de facilitar o escoamento da produção local.

Outras regiões tiveram destaques nos estudos como a duplicação da ferrovia de Carajás e a hidrovia Araguaia-Tocantins, mas que ainda necessitam de pesquisas mais detalhadas nos custos da infraestrutura dos micros eixos de escoamento de produção, segundo Olivier Girard.