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06/09/2016 13h5 - Atualizado em 06/09/2016 13h5
Projovem Urbano executado em Belém tem parceria com a FADESP
Da Redação
Portal FADESP
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Rogério Maciel da Silva, jovem de 21 anos, pretende se profissionalizar e chegar à universidade.
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Projovem Urbano executado em Belém tem parceria com a FADESP. Mais de 2 mil jovens atendidos.
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O programa Projovem Urbano, do governo federal, está sendo realizado pela Prefeitura de Belém com o apoio da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FADESP). O objetivo é promover a inserção social e profissional de jovens que ainda não concluíram o ensino fundamental.
O público alvo é formado por pessoas na faixa etária de 18 a 29 anos. Durante 18 meses, elas participarão das atividades em sala de aula e laboratórios. Como incentivo, receberão material escolar, lanche e uma bolsa auxílio mensal no valor de R$100,00.
A qualificação profissional é realizada através de aulas teóricas e práticas nas áreas de saúde e telemática para que eles tenham condições de atuar como auxiliar de administração em hospitais e clínicas, recepcionista de consultório médico ou dentário, atendente de farmácia ou de laboratório de análise clínicas, operador de microcomputador, telemarkenting e assistente de venda.
Para obterem os certificados de conclusão do ensino fundamental e de qualificação profissional, esses estudantes precisam ter pelo menos 75% de presença em sala de aula e 75% de entrega de trabalhos.
Segundo a assistente pedagógica do Projovem urbano de Belém, Milanca Mancabú, o tempo de duração da turma é suficiente para que os participantes obtenham a formação escolar, profissional e cidadã. Ao final, a expectativa é que o jovem não só conclua o ensino, como se insira no mercado formal de trabalho.
Um dos participantes, Rogério Maciel da Silva, de 21 anos, estava há cinco anos longe do banco escolar por causa de conflitos familiares e agora pensa em chegar à universidade. Primeiro, pretende incrementar o currículo, pois, sabe um pouco de informática, mas sem orientação profissional.
"Minha intenção de ter qualificação profissional. Tenho experiência em computação, mas nunca fiz um curso. A expectativa é grande, de terminar e ter um caminho a mais no mercado de trabalho. A formação facilita mais porque pesa no currículo", comentou.